06 de novembre 2015

“3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno” PORTO –2015, 14 Novembro ACADEMIA V IMPÉRIO (Portugal)

“3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno”


PORTO –2015, 14 Novembro
ACADEMIA V IMPÉRIO

PORTUGAL

14 Novembro
Sala polivalente do Grémio Lusitano no Porto

  • 9 horas –Abertura do “3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno”
  • 9h 30 m –“O Trabalho no séc. XXI”

Ir.·.Voltaire, M.·.M.·., da R.·.L.·. Estrela do Norte–O Trabalho no séc. XXI
Ir.·. Mozart, M.·.M.·., da R.·.L.·. Estrela do Norte–O trabalho ao longo dos tempos

Moderador Ir.·. Álvaro de Campos, M.·.M.·. da R.·.L.·. Estrela do Norte


  • 10h 30m – (Reservado a OOb.·. do G.·.O.·.L.·.) - Apresentação do Livro

“A Constituição do G.·.O.·.L.·. anotada” de Francisco Teixeira


Ir.·. Antero da R.·. L.·. Passos Manuel
Ir.·. José da R.·. L.·. Estrela do Norte

Moderador–Ir.·. Antero de Quental, V.·.M.·. da R.·.L.·. Estrela do Norte


  • 12h 30 m –Ágape

  • 14h 30 m -Maçonaria do Séc. XXI –uma Ordem Iniciática fundada na Tradição

“Os simbolismos e o Ritual do R.·.F.·.M.·.


Ir.·. Joaquim Villalta, M.·.M.·. “Perennidad estructural en el Rito Moderno o Francés: especificidades y características”,

Ir.·. Manuel Pinto dos Santos, M.·. M.·. C.·.G.·.J.·. do G.·.O.·.L.·."Da Tradição à Modernidade progressiva do Rito moderno"

Ir.a.·. Olga Vallejo Rueda, M.·.M.·. “El rol ritual de la mujer en el Rito Francés y su expansión en América”.

Ir.·. Victor Guerra, M.·.M.·., “Rito Moderno”

Moderador –Ir.·. Antero de Quental, M.·.M.·. da R.·. L.·. Estrela do Norte


Debate


  • 18h –Sessão Solene Ritual da R.·. L.·. Estrela do Norte


Notas:



  1. Comunicações -15 minutos
  2. Durante este evento decorrerá exposição e venda de livros 
    • da Editorial “masonica.es
    • do "Dicionário da Antiga e Moderna Maçonaria" de M J P Santosea
    • “A Constituição do GOL anotada”de Francisco Teixeira, estarão à venda.

De acordo com as linhas programáticas definidas pela R.·.L.·. Estrela do Norte ao longo do presente ano maçónico serão objecto de estudo e reflexão dois temas de particular relevância. O primeiro, o trabalho no século XXI orientado para uma problemática central no quadro das sociedades em que vivemos e que enfrenta desafios e mutações que importa observar pelas enormes consequências humanas que acarreta. O segundo, “Maçonaria do Séc. XXI –uma Ordem Iniciática fundada na Tradição R.·. F.·. M.·. -“O simbolismos e o Ritual do R.·. F.·. M.·.” foca um tema que importa aprofundar no quadro do pluralismo ritual vivido no G.·. O.·. L.·. contribuindo-se assim para um melhor conhecimento da riqueza e diversidade ritual da maçonaria.

A presente iniciativa marca o início formal dos nossos trabalhos os quais procuram corresponder aos ideais da Liberdade, Igualdade e Fraternidade e dos lemas da Justiça, da Verdade, da Honra e do Progresso tal como sublinhado na nossa Constituição.

A R.·. L.·. ESTRELA DO NORTE, nº 533, a Or.·. do Porto, no âmbito da Academia do V Império promove a realização do 3º Ciclo de estudos do Rito Francês ou Moderno ao qual se associaram as RR.·. LL.·. HARMONIA, nº 524, a Or.·. de Braga, AMIZADE, nº 561, a Or.·. de Penafiel, SEARA NOVA, nº 564, a Or.·. de Moncorvo, 31 de JANEIRO, nº 565, a Or.·. do Porto e TEIXEIRA DE PASCOAES, nº 566, a Or.·. de Amarante.

Coordenação


Ir.·. José, M.·.M.·. Int.·.Academia de Estudos
Ir.·. Antero de Quental, M.·.M.·. Ven.·.M.·.
Relator - Ir.·. Montaigne, M.·.M.·.
Ágapes - Ir.·. Oliveira, M.·.M.·. Ind.·. BBanq.·.


Potencia convidada:


S.·.G.·.C.·.C.·.R.·. - G.·.C.·.G.·.R.·.F.·.P.·. os SSob.·.CCap.·.
IGUALDADE, SINÉDRIO, JAIME CORTESÃO e ALVES DA VEIGA.



Participação condicionada a validação da pré-inscrição

Pré-inscrições até ao dia 2/11/2015 para o correio electrónico academia.v.imperio@gmail.com



Francisco Teixeira é Licenciado, Mestre e Doutor em Filosofia, Pós-Graduado em “Organizações Educativas e Administração Educacional” e em “Metafísica e Antropologia”. Lecionou na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa e, atualmente, é professor de Filosofia e Psicologia da Escola Secundária Francisco de Holanda, bem como formador de professores, tendo sido formador e perito para a avaliação de professores do Ministério da Educação.Foi iniciado em janeiro de 1994, na Loja Montanha, a Oriente de Lisboa, e foi fundador e presidente do Triângulo n.º 386, a Oriente de Guimarães, bem como o primeiro Venerável da Loja Lusíadas Renascida, também a Oriente de Guimarães. Foi Orador da Grande Dieta do Grande Oriente Lusitano nos anos maçónicos 2011-2012, 2012-2013 e 2013-2014. Concebeu e lecionou no curso “Maçonaria, Gnose e Experiência Humana”, realizado em 2011, na Universidade Lusófona, em Lisboa.É autor das obras maçónicas “Considerações Prévias Sobre a Maçonaria e o Grande Oriente Lusitano” e “Constituição do Grande Oriente Lusitano -Anotada”, ambas de 2015. No atual ano maçónico é Mestre-de-Cerimónias da Loja Lusíadas Renascida e Representante à Grande Dieta do GOL em nome da sua loja. 



Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9 y último del Rito Moderno o Francés. Maestro Instalado. Gran Orador del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador y de la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales. Miembro de la R.·.L.·. Lux Veritatis No. 3 al Or.·. de Terrassa, Barcelona. Miembro del Sob.·. Cap.·. Eloy Alfaro en los VV.·. de Barcelona. Director de la Academia Internacional de la Vª Orden de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Miembro del Supremo Conselho do Rito Moderno, Brasil. Cofundador del Círculo de Estudios del Rito Francés Roëttiers de Montaleau. Autor de diversas publicaciones e investigaciones masónicas. Miembro de Honor de la R.·.L.·. Estrela do Norte del Grande Oriente Lusitano. Editor del blog masónico “Racó de la LLum”. Profesor Superior de Piano y Profesor Titular en el Conservatorio de Música de Terrassa, Barcelona.



Manuel Pinto dos Santos, 05/08/1953, advogado, 1984 -Entrada na Maçonaria do Grande Oriente Lusitano. Iniciação na Loja Liberdade e Justiça nº 373, a Oriente de Lisboa. Reanimador do rito francês ou moderno no Grande Oriente Lusitano –1991. Fundador da Respeitável Loja Delta nº 494 do Rito Moderno Francês, a Oriente de Lisboa em 1991. Fundador da Respeitável Loja Transparência nº 518 do Rito Moderno Francês, a Oriente de Lisboa em 27 de Julho de 2002. Venerável das lojas Livre Pensamento (1988-89), Delta (1995-96); Transparência (2002-2003). Grande Tesoureiro do Conselho da Ordem -1987-88; Grande Secretário para as Relações Exteriores -1990-93. Presidente da Grande Dieta (1988-89; 1989-90). Presidente da Comissão da Revisão Constitucional (1989-90) (Dec. 110 -CO/90.91).Autor do projecto da revisão constitucional aprovado em 1989-90. 1999-2002 -Juiz eleito do Grande Tribunal Maçónico (1999-2002).2014-2016 – Conservador Geral da Justiça do Grande Oriente Lusitano, eleito pela Grande Dieta.



Olga Vallejo Rueda, Vª Orden, Gr.·. 9 y último del Rito Moderno o Francés. Maestra Instalada. Suprema Comendadora del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador. Serenísima Gran Maestra de la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales. Miembro de la R.·.L.·. Manuelita Sáenz No. 1 al Or.·. de Quito. Miembro del Sob.·. Cap.·. Jean Pierre Graffin en los VV.·. de Quito. Secretaria General de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Miembro de la Academia Internacional de la Vª Orden de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Editora del blog masónico “The Magisterium”. Colaboradora en diversas publicaciones e investigaciones de ámbito masonológico. Politóloga, Especialista en Seguridad Ciudadana.



Víctor Guerra, Maestro Masón. IVª Orden GOdF, y Vº Orden , Gr 9º. del Rito Moderno (Supremo Consejo del Rito Moderno del Brasil). Miembro de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno (UMRM) y de la Academia Internacional del Vº Orden (UMRM). Actualmente miembro de la Logia Progreso1850 Le Droit Humain (DH) y del Capitulo Rosacruz Fénix (DH). Venerable Maestro de la Logia de Investigación Los Modernos. Presidente del Círculo de Estudios de Rito Francés Roettiers de Montaleau. Y autor de los Blogs: Masonería Siglo XXI. Rito Francés, REAA. Masonería en Asturias. Autor de los libros Aproximación a la masonería gijonesa siglo XIX y XX. Premio Investigación Rosario de Acuña/ Ayto. de Gijón. 2001; La masonería en Asturias 1850-1938 (Los francmasones de la Comarca de la Sidra) edt. KRK. Oviedo 2000. Juan González Río su vida y su tiempo. Oviedo 1824-1884. ATRA 2002; La masonería ovetense del siglo XIX. Una sociabilidad en acción. Cuadernos de Historia nº 7 Universidad de Oviedo 2004; El Gran Oriente de Francia en Asturias (Las logias gijonesas 1850-2004) Colecc. Papeles Masónicos. AMLRA 2004; La Masonería en el Oriente de Asturias Editorial Masónica; Rito Francés. Historia, Desarrollo y Prospectiva. Editorial Masónica; La masonería. Los Hermanos Gonzalez Blanco. Editorial Masonica.es; El Rito Moderno un mirada desde el Siglo XXI. Masónica.es; Coautor y trabajos de anotación crítica, ensayo y trabajos de introducción: Ritual de Banquetes del Régulateur Editorial Masónica.es; Ritual de 1º Grado del Régulateur Editorial Masónica.es; Ritual de 2º Grado del Régulateur. Editorial Masónica.es; Historia de las Logias Región 17 del GOF (Rosario de Acuña) Francia; Trabajo de Introducción, prólogos y epílogos: En Oro y Azur, Joaquin Villalta, Editorial Masonica.es y El Rito Francés. La Masonería del tercer Milenio, Editorial Masónica.es. Coordinador de la revista Rito Francés y de diversos número de la Revista Cultura Masónica


Voltaire, M:.M:. da R:.L:. Estrela do Norte, 

M:.M:. da R:.L:.Pentagrama -G:.O:.L:.

M:.M:. da R:.L:.Porto do Graal -G:.L:.R:.P:.

Empresário da indústria cerâmica

11 de setembre 2015

Tertulia: Rito Moderno 2ª parte de dos


En la segunda parte de esta tertulia con Olga Vallejo y Joaquim Villalta,  comenzamos hablando del sentido del Rito Moderno o Francés, sus características y sus valores. También de las equivalencias entre distintos grados más allá del tercero.

Y por supuesto mucha reflexión de la experiencia masónica como elemento fundamental del quehacer masónico.

También buena parte  la ocuparemos hablando de la  Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales.

Ha sido una tertulia larga y densa,  en donde se ha transmitido mucha e interesante información, imprescindible para hacerse una idea cabal de la naturaleza de la Orden Masónica a partir de un Rito sobrio, rico en un simbolismo estrictamente masónico, sin barroquismos y que conserva la misma validez por su universalidad que la que tuvo en su origen, a pesar de ser una ritualística cercana  a la masonería original.




 Puedes descargarte el audio a través del canal de IVOOX






Para ir a la primera parte de esta tertulia clicar aquí.

Tertulia: Rito Moderno 1ª parte de dos


Las Tabernas son el lugar ideal para la  conversación y la tertulia,  las ideas y los argumentos  van y vienen "a pecho descubierto", relajadamente y sin formalidades.

Recuerdo aquel mitico programa de debates en la televisión, "La Clave",  cuando acababa y los participantes se levantaban de sus asientos y formaban un corrillo mientras sonaba la música como despedida, muchas veces me hubiera gustado estar alli en ese momento, porque normalmente las cosas dichas en pequeña e intima compañía suelen ser las más interesantes.

Y éste despues de todo es un blog tabernario que prefiere la tertulia a la entrevista,  en donde el participante pueda expresarse en una conversación libre y relajada.

En esta primera parte,  Joaquim Villalta y Olga Vallejo nos explican al iniciar el audio sus motivaciones y visión de la masonería, para entrar después al tema principal de la tertulia que es el Rito Moderno o Francés y sus características.

Se hablará de la ahora discutida transición de los operativos a los especulativos, pues el rigor histórico-crítico va a venir a cambiar la idea que tenemos al respecto; las diferencias ritualísticas entre los Antiguos y los Modernos; El sentido de la masonería; la mixticidad, a la que volveremos en la segunda parte y otros temas.

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 Tambien puedes descargar el audio a través del podcast en Ivoox.




En la segunda parte, que será publicada el próximo miércoles día 9 de Septiembre, la conversación irá acerca de las características del Rito Moderno o Francés, de las equivalencias de grados, la mixticidad, y entraremos a hablar acerca de la Gran Logia Mixta de los. Andes Ecuatoriales


Para ir a la segunda parte de esta tertulia, clicar aquí.

16 d’agost 2015

Discurso sobre el Rito Moderno del M:. Il:. H:. José María Bonachi Batalla, Presidente de la UMURM

Publicamos este interesante discurso del Presidente de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno, el M:. Il:. H:. José María Bonachi Batalla, donde nos expone de forma clara y precisa la naturaleza del Rito Moderno o Francés, y el objeto y finalidad de la UMURM.

05 d’agost 2015

Repaso de lecturas veraniegas

Proponemos nuevamente, a pesar del paso de los años, dos interesantes obras para aquellos que no hayan tenido aún la oportunidad de leerlas.
Una de ellas es “La Tulip” de Patrick Négrier (que ya lleva mucho tiempo en danza). Esta obra nos adentra en el rito bíblico calvinista del “Mot du Maçon”, creado hacia 1628/1637 por los masones escoceses de Kilwinning para reemplazar el rito de los Antiguos Deberes operativos de la edad media y del Renacimiento. Le Mot du Maçon fue anglicanizado y catolizado antes de ser transmutado por la Gran Logia de Londres de 1717 en un rito filosófico universal.
Por otra parte, aunque se desconozca, en el fondo los fundadores de la gran Logia de los Antiguos practicaban el mismo rito de la Gran Logia de Londres, practicando ambas, una versión del Rito del Mot du Maçon. Le Mot du Maçon ha permitido a la Francmasonería acceder a un ecumenismo conciliante y tolerante, elevando la interpretación de la Escritura al nivel filosófico de la visión del Ser de donde proceden el Espíritu y los principios éticos.


La otra lectura propuesta es “Contre Guénon!”, de Jean van Win, obra en la que se persigue los mitos que desfiguran la masonería según su autor, en este caso tomando la obra de Guénon y otras obras que le son netamente hostiles.
Un trabajo super-interesante a todas luces.


Dos Libros fascinantes de dos autores de prestigio. El tiempo no pasa para ellos.

Joaquim Villalta, Vº Orden, Gr.·. 9
Miembro del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador
Miembro del Supremo Conselho do Rito Moderno - Brasil
Director de la Academia Internacional de la Vª Orden del Rito Moderno - UMURM

25 de gener 2015

Representación y significado de la Logia

Vamos a dedicar algunas entradas a determinados trabajos simbólicos que espero que puedan resultar de interés como elementos de reflexión y análisis.
El presente trabajo está dedicado a la representación y significado de la Logia concebida desde un punto de vista muy personal, el cual comparto con ustedes.


El Método masónico pretende conducir al ser humano a armonizar de forma virtuosa su pensamiento, palabra y obra. Todo desequilibrio en estos términos nos aleja de la realización personal y del objetivo de la perfección. No en vano los signos de reconocimiento para cada grado nos evocan la importancia de estos conceptos esenciales, resultando dificultoso con frecuencia pulir aquellos aspectos más sutiles por situarse menos evidentes a nuestro intelecto debido a su ubicación primaria o instintiva.

Son muchas las tradiciones orientales que contemplan al individuo estructurado donde coexisten diversos planos diferenciados en su nivel evolutivo. La experiencia nos advierte de la facilidad de descenso a los inferiores, cuya consecuencia inmediata, es la percepción interna del citado desequilibrio conducente sin duda a un estado de “No Paz” y resultados destructivos y de dispersión tanto internos como externos. No obstante, resulta también fácil para el hombre evolucionado percibir y controlar anticipadamente estos estadios sin gran dificultad, pues de lo contrario la lectura resultante no es otra que deducir que no nos encontramos tan elevados como habíamos presupuesto. El ascenso a estados de conciencia superiores requiere de nuestro permanente examen y rectificación, aportándonos como salario de nuestra empresa una visión más comprensiva y de mejor entendimiento sobre nuestra real naturaleza y pertenencia a un conjunto que podría denominarse “Cósmico”. En este “Todo” convivimos y coexistimos personas de distinto estado evolutivo, y lejos de contemplar vanamente los elementos diferenciales, debemos exigirnos reconocer nuestra común íntima Naturaleza aplicando la práctica de las virtudes cardinales desde la máxima humildad. Es en estas personas donde se lleva a cabo la perfecta sintonía a la que hacía referencia entre pensamiento, palabra y obra, siendo teoría conceptual y práctica de vida una misma cosa sin contradicción: esto es el Arte Real sin ninguna duda.
Pero para ello precisamos de un lugar único, de espacio-tiempo, donde llevar a cabo el trabajo utópico de alcanzar la Perfección, aproximarnos a ese G.·. A.·. D.·. U.·. para algunos concebido como elemento simbólico de lo Bueno, lo Bello y lo Justo. Ese lugar es la Logia. En ella se fundamenta el crecimiento desde la individualidad colectiva, concepto este que puede aparentar contradictorio, pero que en definitiva no es más que la caracterización de dicho método donde nuestro ser más íntimo puede florecer y crecer libremente gracias a la interacción con el resto del grupo selecto y cerrado al abrigo de la realidad externa, a cubierto de las distorsiones de aquello que denominamos Profano.
Es este conjunto de individualidades que comparten un mismo fin generando un espacio Sagrado, entendido como digno de veneración y respeto, el que configura la Logia, y es solamente en su interior donde esa sinergia constructiva es realizable mediante la vivencia Ritual.
Parece importante precisar seguidamente qué entiendo por Logia: una Comunidad Iniciática reunida por un mismo Rito y alrededor de él.

Sabemos que el Rito, en sí mismo, no tiene necesariamente necesidad de un local puesto que él mismo define el espacio y el tiempo de su celebración, ¡el sólo vehículo del que verdaderamente se necesita somos nosotros! Y es esta estrecha interacción entre el Rito y nosotros mismos lo que hace la Logia.
Partiendo de aquí, estamos obligados a trasportar esta noción material de la Llave a una noción mucho más informal, en todo caso simbólica; la Llave de la Logia se convierte en otra cosa que un simple objeto, es un órgano ritual esencial que nos permite abrirnos a nosotros mismos, y nosotros a los otros, por la intermediación del Rito que es la Puerta.
Del mismo modo que decimos abrir o cerrar una puerta, decimos abrir o cerrar los Trabajos: si las palabras son las mismas, concebimos que se dirigen a dos niveles distintos de comprensión.
La Logia somos nosotros mismos, con y para los otros. La puerta de la Logia es el Rito. La Llave es lo que permite la celebración del Rito. Y esa llave es el elemento articulador de la Palabra.
Los masones hemos querido ligar etimológicamente el término Logia al Logos griego, o Verbo latino,” defensa, argumentación, verbo, palabra”, en el sentido de que en estos lugares de reunión se habla o se transmite enseñanza a través de la palabra.
Sin embargo no hay evidencia filológica de que ello sea así.
Logia proviene del italiano loggia: ‘galería’ que a su vez procede del fráncico laubja: ‘cobertizo enramado’, que posiblemente deriva del término germánico leaf:”hoja”. Sea como fuere, esa heredad simbólica importada de la masonería operativa también nos sería de absoluta utilidad, dado que era en esos cobertizos donde los masones guardaban sus herramientas, descansaban, se cobijaban y hacían sus recepciones Rituales según el Rito de los Antiguos Deberes.
Así, vincular al Logos esta colectividad generadora de crecimiento es simbólicamente bien llegada.

La Logia toma sentido pues por la palabra y su poder.
La palabra simboliza la afirmación creadora de la realidad haciéndola existir desde su estado potencial. Por tanto debe evocar consecuentemente a la idea o espíritu original reavivando en el masón una determinada forma mental. Con la Palabra, participamos consciente o inconscientemente del poder creador del Verbo, entendiendo este término como sinónimo de Logos o principio racional del Universo. Miembros y parte del Cosmos, aunque de infinitesimal magnitud, nuestra importancia es vital en la Obra conjunta. No hay pieza de un sofisticado mecanismo de precisión que deba despreciarse por su tamaño, pues todas ejercen su necesaria función e interactúan entre sí, generando tensiones y desequilibrios en nuestro mundo Objetivo cuando el funcionamiento de alguna de ellas es deficiente.
Es desde este ángulo de visión donde el francmasón valora la capital importancia acerca de su responsabilidad para tender hacia la perfección individual y de su encaje en el conjunto. Consciente de la complejidad que entraña su misma individualidad como microcosmos en su propio interior, debemos afanarnos primero en hacer coherentes nuestras fuerzas internas. Es por ello que conocedores de nuestro objetivo, poseedores de unas potencialidades desconocidas por nosotros mismos en muchos casos, y practicantes de un método de crecimiento y mejora, asumimos gustosos y libremente la búsqueda del equilibrio y la armonía con nosotros mismos y con nuestro entorno. Nuestra “conexión” con nuestros semejantes se efectúa por medio de la Palabra en su más amplio significado semántico. Me pregunto: ¿somos conscientes de su real valor, significado y poder?
Pensamiento, palabra y obra, conforman un ternario de un mismo Todo y naturaleza. Todo matiz negativo o uso inapropiado de alguno de éstos generará sin duda un desequilibrio en el conjunto de consecuencias seguras tarde o temprano.
La Palabra y su Uso debe ser para el Masón la representación en sí misma de su ser y naturaleza interna: esa manifestación fónica del citado Ternario que muestra inequívocamente su real estado evolutivo y su efectiva aportación a la Gran Obra Universal. Su adecuado uso le permitirá ya no sólo interactuar acertadamente con sus congéneres, sino ascender también a cotas mayores de perfección como medio conector con otros estados de consciencia.
No banalicemos su poder: la Palabra Crea o Destruye en función de antagónicas canalizaciones de una misma energía. Hagamos un buen uso de ella, congruente con pensamiento y acción, para que el resultado sea siempre lo más elevado posible.
Es pues en la Logia donde nace, crece y se ejercita colectivamente este Poder, manifestado tanto a nivel del Microcosmos Humano, como también representación del Cosmos, del Universo, todo ello sabiamente contenido y representado en nuestro Tapiz.

He dicho.

Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9 del Rito Moderno o Francés